Fabio Bitencourt Nunes Eletricista Copel e radioamador - PU5XAD - e entusiasta em GPS / mapas em Sao Mateus do Sul- Parana
Blog: www.fabiosms.blogspot.com.br
Contato: fabiobn79@gmail.com
Fabio Bitencourt Nunes Eletricista Copel e radioamador - PU5XAD - e entusiasta em GPS / mapas em Sao Mateus do Sul- Parana
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No próximo domingo, realizaremos mais um encontro de mapeadores do OpenStreetMap de Brasília! Nos reuniremos para falar sobre OpenStreetMap, mapas, trocar ideias de técnicas de mapeamento, lugares que necessitam serem mapeados, possibilidades de uso dos dados do OSM, etc.
Não é necessário fazer parte da comunidade OpenStreetMap para participar, se você se interessa por mapas ou quer aprender a mapear, participe do evento!
O encontro acontecerá no dia 25 de Janeiro (domingo), às 17h, no Shopping Conjunto Nacional. Nos encontre no térreo do shopping, nas mesas do Marvin Burguer / Marieta (em frente às lojas americanas).
Foto: Frentini - Wikimedia Commons - CC BY SA
7º Desafio de Capão Bonito de Mountain Bike: Sequência de streetview com 612 fotos no Mapillary mostra boa parte do percurso → Abrir mapa
O evento ocorrerá em 22/03/2015, mais em → http://www.radiorever.com/desafiomtb
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só testando
Registro aqui mais um projeto terminado.
Hoje incluí e ajustei o último semáforo da lista disponibilizada pela Prefeitura do Recife, através de seu site de Dados Abertos.
O trabalho está registrado tanto no wiki quanto na talk-br.
Por concluído considero o escopo dos semáforos listados pela PCR, e o ajuste inicial deles, quanto ao posicionamento e tageamento.
Agradeço aos comentários / sugestões do pessoal da talk-br, e em especial a minha esposa Valéria que saiu comigo em uma aventura de survey, na hora do almoço, para atualizar os semáforos da Avenida Caxangá constantes da lista, totalmente desatualizados por conta de serviço de implantação de corredor de ônibus BRT.
Att,
Marcelo Pereira
A comunidade OpenStreetMap Latinoamérica foi fundada recentemente e nós decidimos organizar projetos coletivos em temas que são comuns a diversos países do nosso continente. Nosso primeiro projeto é a Mapazonia.

A floresta amazônica inclui territórios pertencentes a nove países e muitas instituições ambientais e governos necessitam de melhores dados geoespaciais para fazer seu trabalho naquela região. Além disso, é sempre bom ter dados de qualidade para o caso de um desastre natural ou alguma outra questão humanitária. No Brasil, não temos muitos colaboradores na região norte, então há muitas cidades sem nenhum dado e algumas estradas ainda não traçadas.
A Amazônia é imensa! Ela tem 5 milhões e meio de quilômetros quadrados. Então inicialmente nós estamos definindo algumas áreas prioritárias para mapear no Tasking Manager. Já há uma área definida no Brasil e uma outra na Bolívia. O principal objetivo é melhorar o traçado dos rios e a cobertura de estradas.
Destaque para construções históricas na área da zona portuária
Nas últimas semanas resolvi mapear cidades que não possuíam nenhum dado no OpenStreetMap. Primeiro mapeei Acará e Concórdia do Pará, ambas cidades próximas a Belém do Pará, pois estou trabalhando em um projeto em que vamos precisar de mapas dessa região. Tracei as ruas com imagens do Bing e MapBox e usei os mapas do IBGE para colocar os nomes das ruas.
Ontem e hoje coloquei os nomes nas ruas de Brejo Grande (SE) e Piaçabuçu (AL), cidades separadas pelo Rio São Francisco. Com a ajuda de uma amiga que conhece bem a região, adicionei também a rota de balsa entre as duas cidades. Faltam alguns nomes de ruas que não constam nos mapas do IBGE…
Quando alguém for fazer um passeio na foz do Rio São Francisco, aproveite para mapear! :)
Esse foi um gerador de calendário de código aberto que permitia gerar um belo calendário de 2015 com a foto que você quisesse escolhendo do fotos site do Mapillary.
Inicialmente, eu pretendia fazer para uso próprio, mas logo pensei “mas por que não compartilhar”? Então montei na forma de código aberto e disponibilizei de forma livre para quem quiser contribuir ou reutilizar.
O gerador de calendário não se encontra mais disponível, mas o fonte sim.

Uma das tarefas que faz tempo queria fazer era incluir os limites de bairros do Recife no OSM.
Hoje consegui terminar a tarefa, que foi diluída nos changesets abaixo, e consumiu só 6 dias de trabalho :
#27490679 #27489638 #27488677 #27487531 #27473560 #27468513 #27466828 #27460636 #27458361 #27456886 #27441392 #27433933 #27428967 #27426385 #27411175 #27409753 #27401458 #27389133 #27385265 #27379276 #27368780 #27368025 #27365436 #27364681
A fonte dos limites é o arquivo fornecido pela Prefeitura do Recife, no seu site de dados abertos, e disponíveis sob a licença ODbL ( http://goo.gl/MxbrR9 )
A demora e a quantidade de changesets se explica porque eu incluí cada limite manualmente, usando como base o desenho encontrado no arquivo acima e aproveitando todos os elementos existentes no mapa que servissem como limite, ruas, rios ( principalmente ).
No processo, aproveitei tb para corrigir alguns dados em cada changeset, escolhendo aleatoriamente alguns dos warnings apresentados pela ferramenta de validação.
Agradeço também ao Ivaldo pelos posts sobre limites que li no Mapas Colaborativos
Aproveitei esse retorno da DF-290 (entre Valparaíso do Goiás/GO e Santa Matia/DF) para treinar, já que as correções ainda não são o meu foco do OSM. Ainda pode melhorar, com o JOSM (que não utilizo).
Retorno DF-290 antes: 
Li numa página do OSM (não lembro em qual), que as aplicações do Google, Waze o Google Maps, não permitem adições e atualizações rápidas. Mas permitem sim e, no caso do Waze, com replicação instantânea.
Porém, ambos os sistemas são (impressão pessoal) complicados e de entediante edição, mesmo para usuários mais avançados (que não é o meu caso).
Testei ambas as aplicações (links abaixo), sendo o Waze com melhor usabilidade que o Google MapMaker, mas ambas muito inferiores ao OSM.
| Google Map Maker | Waze Editor |
Retirei do meu diário. Veja no meu blog: makermaps
Quem cria vias (como a da imagem abaixo) acho que o fazem com foco em subir no ranking do OSM, ou por imperícia. Verifiquei pelo bing, google, etc {pelo mapcompare} e as imagens conferem, mas o que foi criado não.
Embora seja um trabalho voluntário, o ideal seria já fazer certo da primeira vez. Cometi muitos erros quando comecei a trabalhar no OSM, mas por não saber usar bem a ferramenta, e não por imprecisão.
De outro modo o mapa não ficará legal, mas feio e “defeituoso”.
Link do local: Acesso EPIA Sul

Apesar de não ser o meu foco no OSM, as vezes eu me arisco a fazer correções (refinamento) de vias.

Acabei de finalizar o “mapeamento” completo de Itaporã, uma pequena cidade do Mato Grosso do Sul, Brasil.
O projeto consistiu nas seguintes etapas:
Fiz em praticamente em duas semanas. Apesar de ser uma cidade pequena, deu trabalho, pois todas as vias (exceto as estradas e principais) estavam sem nome. Muitas vias e bairros inteiros também ainda não apareciam no OSM (vias).
É possível que ainda tenha alguma incorreção, apesar do esforço para suprimi-las. Se algum voluntário quiser revisar fique à vontade.
Hoje, dia 15 de novembro, foi o primeiro dia do curso de OpenStreetMap. O evento aconteceu na parte da manhã na ETEC Dr Celso Charuri.
Os alunos conheceram o portal openstreetmap.org e depois cada um criou uma conta de usuário, conferiram os fundamentos básicos para realizar contribuições no OpenStreetMap e utilizar os seus dados. No final, cada usuário colocou pontos de sua escolha no mapa de sua cidade.
O objetivo desse primeiro dia foi dar uma abordagem geral do OpenStreetMap com fundamentos suficientes para que os alunos possam fazer suas próprias contribuições no mapa e com uma referência de onde procurar informação inicial e para consulta sempre que precisar, conhecendo um pouco também sobre projetos baseados nos dados do mapa e uma visão de suas possibilidades.
Foi muito legal conhecer essa turma especial e passar um pouco do que aprendi com o o projeto RGM, e ver essas pessoas construindo os dados de sua região com novas ideias e perspectivas.
A apresentação utilizada neste dia está disponível livremente para download e reutilização, e traz uma referência para começar no mundo do OpenStreetMap → http://projetorgm.com.br/blog/guia-de-openstreetmap/
Como mapear um local que não existe na imagem de satélite?
É só dirigir por 1 hora, percorrer 60+ Km e ficar dando volta em uma rotatória que nem um bobo!
Há cerca de uma semana a reforma e duplicação da SPI 274/310 foi entregue. Obviamente este novo traçado ainda não existe nas imagens do Bing, MapBox ou mapas do IBGE.
Antes da duplicação e reforma tínhamos algo assim (eu esqueci de tirar um print dos dados anteriores):

Como eu não tinha nem ideia de como ficou o novo trecho, peguei o carro e fui gravando o trajeto dele, reparando nas novas entradas, saídas e como que eu iria passar pelo menos uma vez por cada local.
Depois de 1 hora dirigindo, cerca de 60 Km percorridos (não tem retorno perto, infelizmente) e várias voltas na rotatória (para tentar definir bem onde ela se posiciona), tinha um arquivo GPX com um trajeto do novo local: osm.org/user/naoliv/traces/1832775
Desde a minha última entrada no diário em maio, dei um tempo com as favelas. Acabei não mapeando o que disse que mapearia no Complexo do Alemão. Fiz um bocado de viagens pelo estado do Rio e acabei me distraindo com as estradas e principalmente radares de velocidade. Confesso que agora cansei de tantos radares, é um trabalho sem fim mapeá-los, tem muitos radares no Rio!
Nesse meio tempo, também acrescentei alguns loteamentos que conheci na Zona Oeste, ainda há muito o que se mapear lá, mas infelizmente acho que não terei oportunidade de fazê-lo tão cedo.
Ainda tenho algumas anotações (fotos e gpx) das viagens, vou fazer os mapeamentos referentes a eles cedo ou tarde. Mas agora a prioridade é voltar para as favelas do Rio. 132 edições depois, volto a dizer que as próximas serão na Joaquim de Queiróz, Morro do Alemão e Itararé no Complexo do Alemão, mas antes vou ao Vidigal.
Estou trabalhando na hidrografia do mapa da Cidade de Formosa/GO, com o objetivo de deixar o mapa da cidade mais completo. Isso porque os rios, córregos e valas constituem elementos muito importantes na determinação dos limites de bairros, que será o próxima etapa do meu projeto.
Gostaria de interagir com algum usuário mapeador que mora na cidade, para alinharmos as informações.
Quem conhecer a hidrografia da cidade ou tiver informações sobre, fineza entrar em contato.